Paulo Freire – Mentor da Educação para a Consciência

Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.(Paulo Freire)

Os estudos de Paulo Freire, bem como sua prática vivencial vêm ao encontro desses escritos, no sentido de mostrar que o processo atual educativo, em geral, tenta adestrar as pessoas a terem conhecimento como uma posse, geralmente comensurável com a quantidade de propriedade ou prestígio social que o indivíduo deve proporcionar mais tarde. O mínimo que recebem é a quantidade necessária a fim de funcionar adequadamente em seu trabalho. Além disso, dá-se-lhes uma “embalagem de conhecimento de luxo” para fortalecer seu sentimento de valor, sendo o tamanho da embalagem de acordo com o provável prestígio social da pessoa.

A palavra “educação” deriva do latim e(x) + ducere, donde os verbos educere e ducare significam, etimologicamente, “conduzir para fora”. Deriva, então para desabrochar as potencialidades humanas, ou seja, os valores que potencialmente já preexistem nos indivíduos e que determinam suas atitudes.

O processo educativo não pode estar dissociado da configuração histórico-cultural do grupo. A educação é um processo contínuo. Requer um aprendizado baseado em trocas de experiências, respeito, interação, despertar a sensação de pertencer a um grupo em que exista cooperação e boa dose de compreensão para com as características próprias, pessoais do estudante bem como do ator social, entendido aqui como o cidadão.

A educação que a família proporciona antes de a criança ingressar numa instituição educativa deve ajudá-la na satisfação de suas necessidades e no alívio de tensões internas. O processo de socialização e personalização no lar é o meio pelo qual a criança passa, gradualmente, a considerar-se um indivíduo entre muitos e, ao mesmo tempo, como tendo relações com outros indivíduos.

Todo trabalho educativo ou será complementar ou será contrário. Complementar, se os valores contarem com a mesma ponderação e forem os mesmos do marco familiar inicial. Contrário, se houver divergência na ponderação dos valores.  Nesse caso, deve-se contar com processo de reeducação. Enfrenta-se, então, o complexo problema a um tempo pedagógico – voltado para a criança e sociocultural – voltado para a família. Como a escola não está aparelhada para assumir todas as funções educativas da família, a sociedade não se encontra institucionalmente preparada para eficaz ação integrada da família (Leal, 2005).

O indivíduo encontra-se diante do complexo problema da educação dos dias atuais, que, mais que em outros tempos, é um problema de toda a sociedade. Pode-se delinear esse problema nos seguintes termos:

  • A família, transformada em núcleo de consumo, desagrega-se como grupo primário.
  • A escola, vendo ampliado o campo de ação educativa, tenta complementar a ação inicial da família, mantendo-se, porém, como grupo secundário.
  • Há necessidade de a família e a escola comporem, realmente, um grupo coeso de ação integrada, voltado, de maneira concreta e eficaz, para a formação social e preparação profissional das novas gerações.

Como fazer para que a troca de conhecimentos aconteça com prazer, despertando o manancial de potencialidades diversificadas, tornando esse saber fidedigno para um suposto conhecimento, que permite ao seu usuário uma construção de ferramentas que possibilite não apenas mais domínio de conteúdo teórico, mas que o leve a reestruturar sua vida bem como com os demais que o cercam, que convivem com seu espaço, com seu núcleo vivencial?

É muito frequente a confusão entre os termos Educação e Pedagogia. Educação é a ação exercida por pais e mestres. É contínua, não existindo apenas nos momentos em que os pais e os mestres comunicam conscientemente, por via do ensino propriamente dito, os resultados de suas experiências; existe, realmente, uma educação não intencional ininterrupta que promove a formação do indivíduo.

O papel da Pedagogia não é o de substituir a prática educativa, mas sim de guiá-la, esclarecê-la, auxiliá-la, remediando as lacunas existentes, corrigindo as insuficiências observadas.

 

Ponto de vista – Dia das Mães, e dos Pães. Das Avós e dos avôs. Dos filhos e dos netos. Enfim… De nós brasileiros!

Sobre os presentes para homenagear as mães!

916310978c09d6e447bf636840e03317.png

No capitalismo, a atividade econômica, o sucesso, as vantagens materiais passam a ser fins em si mesmos. O destino do homem torna-se contribuir para o crescimento do sistema econômico, ajuntar capital, não tendo em vista sua própria felicidade ou salvação, mas como um fim por si mesmo.

capitalismo-2-13-638

O homem converteu-se em um dente de engrenagem da vasta  máquina econômica – importante se dispunha de muito dinheiro, insignificante em caso contrário -, mas sempre um dente de  engrenagem para servir a uma finalidade a ele alheia. Esta disposição para submeter o próprio eu a fins extra-humanos foi de fato preparada pelo protestantismo, malgrado nada estivesse mais afastado do espírito de Lutero ou de Calvino do que aprovar uma supremacia assim das atividades econômicas.

Assunto em pauta: Impeachment –  LAVA JATO –  GOLPE  – fora Dilma – Aecio Neto –  desemprego – Michel Temer, Eduardo Cunha – Zica vírus – gripe  …. algumas palavras de ordem! (e de desordem).

247_CUNHA

imagesimages3

Ordem !? – (latim: ordo, plural ordines) relação inteligível estabelecida entre uma pluralidade de elementos; organização, estrutura. Ou ainda; série de pessoas ou coisas que se sucedem ou se dispõem umas após as outras; sucessão, fileira, renque. Regras, leis, estruturas que constituem uma sociedade.  Mando, comando. 

Em meio ao caos de ilusões em que nos achamos mergulhados, só há uma coisa de  verdadeiro – que é o AMOR. Tudo o mais é nada, um vácuo completo.

clarice-lispector-pensamentos-10

Espiamos para um imenso abismo. E sentimos medo. 

Assim  20141129-ate-onde-posso

(ALANE LEAL)

Vulnerabilidade Social

1. Vulnerabilidade 
substantivo feminino – qualidade ou estado do que é ou se encontra vulnerável.
2. Vulnerável
adjetivo de dois gêneros – ferido, sujeito a ser atacado, derrotado:frágil, prejudicado ou ofendido.

Atendendo a pedidos, obrigada pelo interesse, escrevo sobre meu ponto de vista: Vulnerabilidade Social.

No aspecto emocional ou psicológico, o indivíduo vulnerável é aquele que denota certa fragilidade e/ou insegurança emocional. Não possui firmeza ou  clareza nas suas emoções. Normalmente, se apresenta obtuso, isto é, denota pouca sensibilidade nas suas ações com os relacionamento pessoais.

Creio que esta identificação esteja próxima ao comportamento da nossa sociedade, do tipo, “E o que eu tenho com isto?” ou ainda, “Sempre foi assim …“.

Tal comportamento – “tô nem aí” -, demanda de uma escolha desassistida, ou seja,  caracteriza traços de profunda individualidade, indica, inclusive,  que nossa sociedade, composta por  atores sociais,  ou suposto cidadão, não está se relacionando com ninguém!

Como é possível?

“Não vejo, não escuto, não falo!”

Hear_speak_see_no_evil_Toshogu Kikazaru (o que tapa os ouvidos), iwazaru (o que tapa a boca) e mizaru (o que cobre os olhos). Os Três Macacos Sábios (em japonês: 三猿, sanzaru/san’en ou 三匹の猿, sanbiki no saru) ilustram a porta do Estábulo Sagrado, um templo do século XVII localizado no Santuário Toshogu, na cidade deNikkō, Japão. (Wikipedia)

Em nossa sociedade tais símbolos representam “fazer vista grossa” ou ainda, “Tô nem aí”.

“(…) Só calamos mesmo quando lidamos com os problemas do mundo. A empregada apanha do marido, há indigentes dormindo sob a marquise, molecotes impúberes cheiram cola na pracinha, doentes morrem nos corredores de hospitais sem atendimento, jovens são brutalmente assassinados na disputa pelo poder do morro… Nessas horas, damos de ombro, superiores: já pagamos nossos impostos, educamos nossos filhos, pagamos mais caro pela segurança de nosso patrimônio, somos educados e politicamente corretos, tratamos todo mundo com respeito e educação… Até votar, nós votamos de forma consciente.
Macacos sábios, tampamos olhos e ouvidos para não testemunhar essas iniquidades.
E a boca se abre só para justificar:
– Eu?? Não tenho nada a ver com isso!!”   (http://www.nenamedeiros.com/visualizar.php).

Mas recentemente outro fato marcante, Uma partida de futebol em meio aos corpos de duas das vítimas do desabamento de um trecho da ciclovia Tim Maia, na zona sul do Rio, na quinta-feira (21), deixou a internet horrorizada. O principal grito foi o de insensíveis.

Arrisco então em afirma que nossa sociedade se encontra doente, desenvolve uma patologia existencial e social, o individualismo exacerbado, a “banalidade do mal” (Hanna Arendt) passou a ser o trunfo do Brasil. Triste realidade!

Portanto, ser vulnerável indica uma condição de algo ou alguém que está suscetível a ser ferido, ofendido ou tocado. Ou ainda,  significa uma pessoa frágil e incapaz de algum ato. O termo é geralmente atribuído a mulheres, crianças e idosos, que possuem maior fragilidade perante outros grupos da sociedade.

Na sociedade, um indivíduo vulnerável é aquele que possui condições sociais, culturais, políticas, étnicas, econômicas, educacionais e de saúde diferente de outras pessoas, o que resulta em uma situação desigual. O fato de existirem indivíduos em uma situação vulnerável faz com que exista uma desigualdade na sociedade.

Podemos mudar este angustiante fato. Sim! E Devemos como cidadãos. Como?

Receita e manual que se encontra disponível em todos os segmentos da sociedade, e existe deste que o mundo é mundo: Leitura e Estudo!

Para Saber mais, leiam: Hannah Arendt (A condição Humana); Peter Berger e Thomas Luckman. (A construção Social da Realidade); Celso Lafer. (A Reconstrução dos Direitos Humanos: um diálogo com o pensamento de Hannah Arendt).  Emile Durkeim (Lições de Sociologia); Karl Marx, …

Entretanto, estas mesmas tentativas corroboram uma nova e inusitada aquisição do saber e abertura para o aprendizado, pois  para o aprendizado de uma produção dialógica, deve-se considerar que  conhecer é dar sentido ao mundo, seja isso feito de acordo com as regras da ciência ou do senso comum. Ou seja, também a ciência é uma tarefa de dar sentido ao mundo, dentro das suas regras. E esse sentido é uma construção social; é um empreendimento coletivo – mais precisamente interativo,  constroem-se os termos e a partir deles compreendem e se posicionam em situações cotidianas.

Boas reflexões!

9b737a2e9cb0c5ca98b7c92934df0bf9

Impeachmet! Para quê? Contra ou a favor de quem?

images (3)

download (2)

Este é o nosso Congresso, Planalto e Tribunais de Justiças! Representam os três poderes!

Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário 

Poder Legislativo  – É o encarregado de exercer a função legislativa do Estado, que consiste em regular as relações dos indivíduos entre si e com o próprio Estado, mediante a elaboração de leis. Câmara e Senado.

Poder Executivo – Presidência, Planalto.

Poder Judiciário – Aplicação das leis.

No momento percebo a sociedade, um tanto quanto num processo alienante, enxergando apenas o Planalto. Mas a base deste Iceberg, consiste, também,  no Congresso Nacional, Tribunais, STF, STJ, bem como prefeituras, municípios, estados, etc…

Concebo o conceito de Alienação como a diminuição da capacidade dos indivíduos em pensar ou agir por si próprios.

No sentido estritamente filosófico, entende-se por alienação o processo ou estado em que algo ou alguém é ou se converte num estranho para si próprio (distante, desconhecido, alheio, outro).

Portanto …   images (2)

Alienação Social

A alienação social está relacionada com um estado mental do ser humano.

Neste estado mental, ele não compreende que é o formador da sociedade e da política, e aceita tudo sem questionar.

A alienação social incapacita o pensamento independente do ser humano, e ele passa a aceitar tudo como algo natural, racional ou divino.

Este tipo de alienação é considero o oposto do pensamento crítico, por exemplo. 

images (5)

 images (6)

6ff850dc-cd2e-4f3f-9782-65c2aaaf0abd

VIOLÊNCIA e Alienação

O termo violência abrange inúmeras tipologias que, muitas vezes, não são identificadas como tal. A violência se define no sentido escrito como um comportamento que visa causar ferimentos às pessoas ou prejuízo aos bens. Nem sempre se apresentam claros ou intencionais.

Abro a questão de que a violência não é simplesmente algo focado somente no sentido de machucar ou prejudicar alguém, violência sintetiza-se na visão abrangente com um sentido mais amplo, que significa qualquer tipo de força que impeça o livre arbítrio do próximo, inclusive o de prestar esclarecimentos.

A violência engloba tudo o que diz respeito à liberdade do outro; (…)

Compartilho com vocês leitores, trechos   da entrevista a Alexandra Loras: “O Brasil é um dos países mais racistas do mundo”Casada com o cônsul geral da França no Brasil, a jornalista francesa fala do preconceito no País e pede reflexão sobre os ataques terroristas em Paris. (Revista ISTO É. N° Edição:  2400 |  27.Nov.15 – 20:00 |  Atualizado em 18.Mar.16 – 15:03)

ISTOÉ –  O Brasil é racista?

ALEXANDRA LORAS –  Para mim, o Brasil é um dos países mais racistas do mundo. É importante dizer que o brasileiro não se acha racista, mas o sistema brasileiro é um dos mais racistas. Já viajei para mais de 50 países e morei em oito países. O Brasil é o país onde há mais negros no mundo fora da África. É o segundo país com mais negros depois da Nigéria. E onde estão os negros nos círculos sociais, nas escolas e nos ambientes de trabalho, nos círculos de poder? Há formas de racismo veladas.

ISTOÉ –  Mas quanto tempo a sra. levou para chegar a essa conclusão?

ALEXANDRA LORAS –  As maiores experiências racistas que já vivi foram aqui. Meu irmão mora aqui faz 17 anos. Eu vinha para o Brasil de férias. Uma vez fui a Salvador, e para entrar no hotel Convento do Carmo, fui barrada por um negro. Acabei entrando porque falei com sotaque francês. Ele me perguntou aonde eu ia. No aeroporto em São Paulo, sempre tive que abrir a bagagem, mesmo apresentando meu passaporte diplomático. Sempre foi assim. É muito difícil se dar conta disso quando você não é negra. Fui recentemente ao Clube Pinheiros, em São Paulo, com meu filho, que é loiro. Eu estava elegante, com um vestido Pucci. Tinha esquecido minha carteira do clube. Dei meu passaporte diplomático, que é um documento  elegante. Então me perguntam: “Você é acompanhante dele?” Respondi: “Não, sou a mãe”. A moça na portaria insistiu. E voltei a dizer: “Ele é meu filho”. Na cabeça dela, eu não poderia ser sua mãe. A funcionária achou que eu era a babá. Acontece muito. (…)

ISTOÉ –  O Brasil sabe que é um dos países mais racistas do mundo?

ALEXANDRA LORAS –  Não sabe e nem quer escutar isto. O Brasil é o país do otimismo, do samba, do Carnaval, da natureza, dessa felicidade e da informalidade. É uma narrativa no estrangeiro. Na elite, as pessoas nem querem debater sobre isso, porque esse assunto incomoda. Mas, em dois anos de manifestações e tudo o que tem acontecido no País, sinto que o brasileiro é como um jovem adolescente rebelde. Ele hoje quer protestar, escutar e refletir. 

Os conceitos de Violência e Alienação  mudam de acordo com a sociedade e não é dada como algo nato e, sim, colocado pela sociedade. O conceito de violência não é dado a priori, ou seja, não é natural. Sendo socialmente construído, ganha diferentes conotações e significados em épocas e culturas diferentes.

Além de várias definições e tipos, a violência também se encaixa como algo objetivo ou subjetivo. Para a objetividade, ela é um termo mais amplo que ultrapassa barreiras particulares e para a subjetividade torna-se algo relativo, dependendo da interpretação ou julgamento social/pessoal.

Nesta arte  de viver não basta estar vivo – é preciso participar, denunciar, romper com o vício da impunidade, e da conivência da nossa sociedade.

download (12)images (1)

 

Sou Sergio Moro! E você?

Campanha-contra-a-Corrupção-CNJ
Sérgio Fernando Moro é um juiz federal brasileiro. Ganhou notoriedade internacional por comandar o julgamento dos crimes identificados na Operação Lava Jato, a investigação do maior caso de corrupção já apurado no Brasil. É Mestre e Doutor em Direito pela Universidade Federal do Paraná. (Wikipédia)

Obras

Artigos publicados em periódicos

  • A autonomia do crime de lavagem e prova indiciária, Revista CEJ (Brasília), v. 41, p. 11–14, 2008.[25]
  • Colheita compulsória de material biológico para exame genético em casos criminais, Revista dos Tribunais (São Paulo. Impresso), v. 853, p. 429–441, 2006.
  • Considerações sobre a Operação Mani Pulite, Revista CEJ (Brasília), v. 26, p. 56–62, 2004.[26]
  • Competência da Justiça Federal em Direito Ambiental, Revista dos Tribunais. Cadernos de Direito Constitucional e Ciência Política, v. 31, p. 157–166, 2003.
  • Por uma revisão da teoria da aplicabilidade das normas constitucionais, Revista dos Tribunais. Cadernos de Direito Constitucional e Ciência Política, v. 37, p. 101–108, 2001.

Livros publicados

  • Desenvolvimento e Efetivação Judicial das Normas Constitucionais, Editora Max Limonad, 2001.[27]
  • Legislação Suspeita? Afastamento de Presunção de Constitucionalidade da Lei, Editora Juruá, 2003.[28]
  • Jurisdição Constitucional Como Democracia, Editora Revista dos Tribunais, 2004.[29]
  • Crime de Lavagem de Dinheiro, Editora Saraiva.

Impeachment, só se for de corrupção e impunidade!!

31/03/2016 11h38 – Atualizado em 31/03/2016 13h36

Dilma recebe no Planalto apoio de artistas contrários ao impeachment

Celebridades como Beth Carvalho e Letícia Sabatella participaram do ato.
Na semana passada, grupo de juristas manifestou apoio à presidente.

Impeachment – processo instaurado com base em denúncia de crime de responsabilidade contra alta autoridade do poder executivo (p.ex., presidente da República, governadores, prefeitos) ou do poder judiciário (p.ex., ministros do S.T.F.), cuja sentença é da alçada do poder legislativo (Poder Legislativo é aquele que tem num país a tarefa de legislar, ou seja, fazer as leis. No Brasil, o Poder Legislativo é composto pela Câmara dos Deputados e Senado Federal); destituição resultante desse processo.

Enquanto Isto,

na rede Pública de Saúde: Saúde Pública na concepção mais tradicional, é a aplicação de conhecimentos (médicos ou não), com o objetivo de organizar sistemas e serviços de saúde, atuar em fatores condicionantes e determinantes do processo saúde-doença controlando a incidência de doenças nas populações através de ações de vigilância.

Edição do dia 02/03/2016;  02/03/2016 06h12 – Atualizado em 02/03/2016 06h46

Crise contamina a saúde pública e faltam remédios em muitos estados

O fornecimento gratuito de remédios é de extrema importância.
Os pacientes não aguentam mais ouvir desculpas sobre a falta de estoque.